Os Recursos Tecnológicos e a Educação Infantil
Desde
a promulgação da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação, em 1996, a
Educação Infantil vem conquistando a atenção dos gestores e segmentos da
sociedade, tendo seu foco voltado à educação das crianças de zero a cinco anos
concomitante com os cuidados que era a base de sua existência. Atualmente, as
crianças não só freqüentam as Escolas de Educação Infantil para serem cuidadas
enquanto seus pais trabalham, mas estão sendo matriculados com o intuito de socializarem-se e aprender brincando.
Você conhece uma escola de educação Infantil?
Como você percebe o currículo de uma Escola de Educação Infantil?
Se
ao ler os questionamentos acima você respondeu que na escola as crianças são apenas
cuidadas enquanto seus pais trabalham, que estão na escolinha onde fazem alguns
trabalhinhos como colorir desenhos, recortar, brincar de massinha, lamento, sua
visão está muito aquém daquilo que acontece em uma escola infantil, que tem
claro seu papel no desenvolvimento das crianças.
A Revista crescer aborda o tema
com muita clareza, destacando que a Educação Infantil vai muito além da
substituição da babá. Confira o artigo “A importância da Educação Infantil”, de Cristiane Rogério e Jeanne Calegari.
A
IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL - Cristiane Rogerio e Jeanne Callegari
A
primeira escola não existe para substituir a babá, para apenas tomar conta dele
enquanto você trabalha ou para preparar a melhor Festa Junina da sua vida. A
escola de educação infantil vai muito além.
Ei, você
aí: passou do tempo de pensar que criança de 0 a 6 anos não aprende, de fato,
na escola, pois “só” brinca.Também não dá mais para achar que é cedo para
entender linha pedagógica, diferenciar construtivismo de escola tradicional,
saber quem foi Maria Montessori, Jean Piaget ou Rudolf Steiner.Além de
descobrir se está perto de casa, quanto custa, como cuida da limpeza, que tipo
de alimentação oferece e se trata seu filho com carinho, é hora de identificar
como essa escola vai educá-lo. Pois ele aprende desde que nasce que a escola é
o ambiente social mais importante depois da família.
Educação infantil pode ser mais
importante do que o curso superior? Sim. É quando a criança experimenta o
prazer pelo aprender e começa a gostar dela (ou não). A escola aguça a
curiosidade da criança e diz a ela “olha que interessante é a vida!”.
Está se achando neurótico por já imaginar
vestibular, faculdade e carreira profissional? Não se martirize. O futuro
começa agora e por isso é hora de decidir se vai priorizar uma formação
humanista em que se preza a criação de um ser crítico e capaz de tomar decisões
ou optar por um perfil mais pragmático, em que o foco é o conteúdo, voltado
para o vestibular e o êxito profissional. Ou tudo isso junto se for possível.
Ou equilibrar.
Escolinha
Por essas e outras, chamar de “escolinha” soa
pejorativo. O termo não existe à toa. A sociedade demorou a entender que
infância é um período importante e as crianças são diferentes em determinadas
idades. Para ter uma idéia, faz somente dez anos que o Ministério da Educação —
com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases — reconheceu a educação infantil
como parte da educação básica de qualquer brasileiro. Isso reflete no que é
oferecido às famílias, pois, entre outras coisas, indica ser fundamental a
especialização do educador. Significa que educação infantil tem de ir muito
além da “tia”, das recreações, do Dia das Mães ou das canções de Natal. O seu
filho precisa estar em um local com profissionais especializados que promovam
rotinas baseadas em propostas pedagógicas muito bem fundamentadas.“Escola
infantil não vive de improviso e não é um parque de diversões”, diz o educador
Marcelo Bueno, coordenador pedagógico da escola Estilo de Aprender. Renata
Americano vai além: “É o pedaço mais precioso da vida, porque é quando está se
formando a identidade da criança!”.
O período se resume em estar com os outros. “Aprendem a ser e a conviver. É a fase do ‘como’: como eu escovo os dentes, como eu lavo as mãos, como eu seguro o lápis, como eu brinco,como eu corro,como eu pulo. Ou seja: ‘como sou’, ‘como devo ser’ e ‘como faço para ser’”, diz Karina Rizek Lopes, coordenadora da Área de Educação Infantil da Secretaria de Educação Básica do MEC. “Além do desenvolvimento físico da criança, também acontece o psíquico e o do caráter”, afirma Quézia Bombonatto, vice-presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia.
O período se resume em estar com os outros. “Aprendem a ser e a conviver. É a fase do ‘como’: como eu escovo os dentes, como eu lavo as mãos, como eu seguro o lápis, como eu brinco,como eu corro,como eu pulo. Ou seja: ‘como sou’, ‘como devo ser’ e ‘como faço para ser’”, diz Karina Rizek Lopes, coordenadora da Área de Educação Infantil da Secretaria de Educação Básica do MEC. “Além do desenvolvimento físico da criança, também acontece o psíquico e o do caráter”, afirma Quézia Bombonatto, vice-presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia.
Revista Crescer - acesso em 10/06/2012
O artigo acima reafirma o
elevado valor desta etapa educacional, uma vez que durante esse período da vida
é formada a personalidade da criança, determinando fatores que influenciarão no
adulto em que se tornará. Celso Antunes (2006) aborda o tema, destacando que, se a
ciência afirma que o período que vai da gestação até o sexto ano de vida é o
mais importante na organização das bases para as competências e habilidades
desenvolvidas ao longo da existência humana, prova-se que a etapa educacional referente
a essa faixa etária é imprescindível para o seu desenvolvimento. Todavia, surge
a seguinte reflexão:
A Educação Infantil pode realmente
contribuir na formação de um cidadão crítico e reflexivo, cognitiva e
socialmente?
Ao respondermos sim à afirmação
acima, somos conduzidos a pensar sobre o papel e principalmente a
responsabilidade do professor da educação infantil ao planejar e direcionar
suas aulas para este fim, a formação de um cidadão crítico e reflexivo
cognitiva e socialmente e isso necessariamente passa pela inovação e
atualização das práticas pedagógicas.
Assista ao vídeo Introdução
à Informática e repense sua prática e a forma de como introduzir recursos
tecnológicos nas aulas da sua turma de educação infantil.
Como sugestão assista ainda aos
vídeos http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=fsX-slbr_yo#! Projeto com
utilização de gravação de áudio
http://www.youtube.com/watch?v=fxefzfOrkOA menina de 2 anos
manipulando um ipod
Considerando todas as reflexões
que fizemos até agora, precisamos repensar, quem são nossos alunos???
Você respondeu NATIVOS DIGITAIS???
Muito bem. Pois saiba que essa geração, pelos estímulos e meio em que vivem tem
outras formas de aprender e desafiam os educadores a desenvolverem uma nova
forma de ensinar. Ramon Consenza, em entrevista à Revista Pátio, faz uma
reflexão sobre essa geração. Leia com atenção e tire suas conclusões sobre o
papel do educador frente a esta geração tão inserida na era digital.
Entrevista com RAMON M. COSENZA
Nascidas em uma época na qual as
tecnologias digitais fazem parte do cotidiano, as crianças que hoje frequentam
as escolas de educação infantil são muito diferentes daquelas de gerações
anteriores e desafiam os educadores a interagir com elas. Para ajudar a
compreender essa geração, conversamos com o pesquisador Ramon M. Cosenza,
médico e doutor em Ciências pela Universidade Federal de Minas Gerais, que atua
na área de neurociências, com ênfase em neuroanatomia e neuropsicologia.
Coautor do livro Neurociência e educação: como o cérebro aprende (Artmed,
2011), Cosenza explica de que modo o cérebro vem se adaptando às novidades e
quais devem ser os limites de utilização das tecnologias. “Os brinquedos
tradicionais não só continuam a ser importantes, como também devem ser
incentivados”, afirma. Leia a seguir os principais trechos da entrevista,
concedida por e-mail.
afirma. Leia a seguir os
principais trechos da entrevista, concedida por e-mail.
Quais são as principais diferenças entre o
cérebro dos nativos digitais e o dos imigrantes digitais?É difícil dizer quais as principais diferenças ocorridas nos últimos anos com o advento das tecnologias digitais, mas podemos observar, por exemplo, que é necessário um melhor processamento das informações e da atenção visuais para interagir com os equipamentos eletrônicos, como a televisão e o computador. A coordenação visuomotora também se alterou, pois os jovens manipulam tais aparelhos desde cedo e tornam-se muito hábeis no uso de teclados de computadores e celulares ou joysticks de videogames. A memória operacional, que mantém as informações na consciência enquanto realizamos uma tarefa, parece ter igualmente melhorado, visto que os jovens envolvem-se em tarefas múltiplas com mais facilidade. Portanto, é razoável afirmar que os circuitos cerebrais que lidam com essas habilidades foram modificados e tornaram-se mais eficientes entre os nativos digitais.
Como isso se reflete na maneira de aprender e ensinar?
Os jovens de hoje, acostumados a um mundo repleto de imagens que se modifica constantemente, sentem-se confortáveis quando interagem com conteúdos apresentados dessa forma, enquanto o texto impresso já não tem o mesmo encanto para eles. Contudo, o nosso sistema nervoso continua a funcionar como sempre funcionou, razão pela qual não se modifica essencialmente a maneira de aprender ou ensinar. A aprendizagem ocorre quando se alteram as conexões entre as células nervosas, permitindo uma comunicação mais eficiente em determinados circuitos neuronais. São múltiplas as formas de estimular e promover essas alterações, assim como diferentes são os circuitos envolvidos em cada aprendizagem, mas ela ocorre sempre que formamos e estabilizamos novas sinapses, que são os pontos de contato entre as células nervosas ou neurônios.
As crianças e os jovens de hoje são mais inquietos e necessitam de estímulos diferentes. Como o senhor avalia esse comportamento?
De fato, não só os jovens, mas todos nós, hoje em dia, somos envolvidos e solicitados por um conjunto de artefatos com os quais tendemos a interagir ao mesmo tempo. Os jovens costumam ter mais facilidade com isso, já que o seu cérebro está treinado a essas habilidades desde tenra idade. Como estão no ápice da sua capacidade, têm a impressão de que podem fazer muitas atividades ao mesmo tempo e de forma competente. Na verdade, muitas informações são perdidas ou processadas de maneira superficial, prejudicando a aprendizagem ou a memorização mais duradoura. Por outro lado, como eles se acostumam a mudar com frequência o foco da atenção e a obter novos estímulos rapidamente, tendem a se entediar com textos longos ou exposições como aquelas que são vistas em salas de aula.
A escola terá de se adaptar a essa nova realidade?
A escola, sem dúvida, terá de encarar essa nova realidade e levar em conta esses hábitos e preferências dos alunos em suas estratégias pedagógicas. Apesar disso, é cada vez mais importante informar e orientar os aprendizes para que adquiram hábitos saudáveis de estudo, limitando as fontes de estimulação e mantendo o foco de atenção nos objetivos e conteúdos a serem assimilados. Devem aprender a importância de fazer cada coisa a seu tempo e a estabelecer prioridades. Para que sejam hábeis em outro tipo de processamento, é recomendável estimular o quanto antes o gosto pela leitura, sendo para isso fundamental a contribuição dos pais. Outro aspecto dessa questão é que a escola precisa estar preparada para ensinar seus alunos a selecionar os conteúdos disponíveis no espaço digital, identificando o que é verídico ou essencial e descartando o supérfluo ou incongruente. Eles devem ser capazes de planejar suas ações, de examinar abordagens alternativas e daí tirar conclusões, sem esquecer os aspectos éticos envolvidos. Devem realmente “aprender a aprender” utilizando esses novos recursos. Isso faz parte do que a neuropsicologia chama de funções executivas, as quais precisam ser desenvolvidas e incentivadas no aprendiz.
Deve-se limitar o uso das ferramentas tecnológicas, como computador, internet e jogos eletrônicos?
Como já disse antes, os jovens, que estão imersos no grande aparato tecnológico desde cedo, estão familiarizados e sentem-se à vontade para obter a informação por meio desses aparelhos eletrônicos, que são, além disso, uma fonte inesgotável de conhecimento. Portanto, seria insensato tentar ignorá-los. Ao contrário, podem e devem ser utilizados, mesmo porque sabemos que os ambientes mais ricos, com maior capacidade de estimulação, levam a cérebros com maior abundância de conexões e com maior capacidade de processamento das informações. Também devemos levar em conta que o nosso cérebro é um dispositivo biológico que foi desenvolvido, ao longo da evolução animal, para interagir com o ambiente de modo a permitir a preservação do indivíduo e a continuidade da espécie. Portanto, nosso cérebro está sempre disposto a apreender do ambiente os estímulos que ele julga significativos, pois isso pode ser importante para a sobrevivência, mas seleciona somente aquilo que lhe parece significativo ou agradável.
Como a escola pode usar essa informação para potencializar as aprendizagens?
Se quisermos ensinar novos conteúdos, habilidades ou informações, teremos de ajudar o cérebro a reconhecer que eles são importantes ou agradáveis e que se inserem no contexto do que já é conhecido. Então, faz sentido utilizar os instrumentos que integram o universo em que os jovens estão inseridos. Por outro lado, existe o risco de uma dependência desse universo eletrônico. Dados dos Estados Unidos revelam que os jovens chegam a ficar quase 10 horas por dia interagindo com esses aparelhos. É evidente que isso rouba tempo dos estudos, do convívio social face a face, da interação com a natureza e promove uma tendência à obesidade. Portanto, é bom que se imponham limites à utilização da parafernália digital.
Como e a partir de que idade isso deve ser feito?
A partir dos 2 anos, recomenda-se o uso limitado e supervisionado de televisores, videogames, DVDs, computadores e outros aparelhos eletrônicos. Eles podem ser de utilidade para auxiliar no desenvolvimento das crianças, especialmente se os pais discutem e comentam com os filhos o conteúdo a que são expostos nesses artefatos. Recomenda-se, inclusive, que as escolas passem a incluir tópicos de educação para a mídia em seus programas. No entanto, atividades alternativas, como a interação social, o exercício físico e as atividades ao ar livre, sempre devem ser incentivados.
Quais são os benefícios que o mundo digital oferece às crianças pequenas, tomando como referência as recentes descobertas das neurociências com relação à plasticidade cerebral?
Hoje sabemos que nosso sistema nervoso é extremamente plástico e altera as conexões entre as suas células à medida que recebe estímulos do exterior ou do interior do organismo. Essa plasticidade perdura por toda a vida, mas é particularmente notável nos primeiro anos. As pesquisas nessa área têm mostrado que um ambiente enriquecido promove o desenvolvimento adequado de nossos cérebros, enquanto o isolamento leva a problemas em diversas áreas do seu funcionamento. Contudo, existe um nível satisfatório de estimulação, e mais do que isso não é necessariamente, melhor.
As tecnologias digitais estariam superestimulando as crianças?
As crianças pequenas estão em uma fase do seu desenvolvimento na qual o mais
importante são as estimulações sociais, proporcionadas sobretudo pelos pais e
por outros cuidadores. A Academia Americana de Pediatria sugere que, até os 2
anos, evite-se que as crianças assistam à televisão e, a partir dessa idade,
que a exposição não seja maior do que duas horas diárias. Ela recomenda que os
televisores sejam removidos dos quartos de dormir e que os pais promovam outras
atividades que estimulem o desenvolvimento cerebral, como conversar, brincar,
cantar e ler juntos. Para elaborar suas recomendações, essa instituição
baseou-se em pesquisas que sugerem que a exposição excessiva a televisores e
videogames pode ocasionar problemas com a atenção e o sono, além de levar a um
atraso no desenvolvimento da linguagem.
Em
sua opinião, os brinquedos tradicionais podem ser substituídos pelos tecnológicos
ou continuarão tendo um papel importante na formação humana?Os brinquedos têm um papel fundamental no desenvolvimento físico e mental das crianças. Aliás, sempre é bom lembrar que o corpo e a mente não devem ser dissociados. A interação com os aparelhos digitais é muito eficiente em termos de estimulação do sistema nervoso e pode ajudar no desenvolvimento de várias capacidades e funções, mas tende a levar a certa imobilidade, que sem dúvida é prejudicial. Os brinquedos tradicionais não só continuam a ser importantes, como também devem ser incentivados, exatamente porque há uma tendência a exagerar na quantidade de tempo que os jovens passam interagindo com aparelhos eletrônicos.
O que a neurociência nos diz sobre a importância da interação social?
A neurociência moderna veio mostrar que existe em nosso cérebro um conjunto de estruturas e circuitos voltados ao controle da interação social. Como somos uma espécie essencialmente social, esse fato não deve causar espanto. Ocorre que tais estruturas e circuitos só se desenvolvem na criança à medida que ela vai interagindo com outras pessoas ao longo do seu desenvolvimento. Começa ainda no bebê, com o reconhecimento da face humana, e vai progredindo, com a identificação da linguagem facial e corporal, com a descoberta do outro e de que esse outro tem intenções e pensamentos semelhantes ao nosso, etc. Além disso, vão sendo aprendidas as emoções sociais (embaraço, ciúme, culpa) e as habilidades para lidar adequadamente com elas no convívio social, um desenvolvimento que só se completa no final da adolescência. Todas essas capacidades, no entanto, só podem ser aprendidas no convívio com outras pessoas, e a ausência do seu desenvolvimento pode gerar dificuldades, como incapacidade de empatia, tendência à violência e comportamento antissocial.
O mundo atual está proporcionando esse desenvolvimento?
No mundo moderno, é comum que pais e mães trabalhem fora, restringindo o tempo
de convívio com os filhos. Além disso, os espaços públicos costumam ser
perigosos e inadequados para a convivência com outras crianças. Nossos jovens
são empurrados a interagir com instrumentos eletrônicos durante um tempo muito
além do desejável e em detrimento das interações presenciais, que são
indispensáveis para um desenvolvimento saudável. Ao longo das gerações, nós nos
acostumamos a pensar que as habilidades sociais desenvolvem-se “naturalmente”,
porque o ambiente natural propiciava o seu desenvolvimento, já que esse
ambiente era muito semelhante àquele de que o cérebro das crianças sempre
dispunha ao longo de toda a evolução de nossa espécie durante milhares de anos.
No mundo de hoje, o ambiente modificou-se a tal ponto que precisamos prestar
atenção a esses aspectos, providenciando para que as crianças tenham os
estímulos adequados para desenvolver o seu “cérebro social”.
Disponível
em: http://www.grupoa.com.br/site/revista-patio/artigo/5829/para-atender-os-nativos-digitais.aspx
- acesso em 10/06/2012
Créditos da imagem:
Foto: arquivo pessoal do entrevistado
No decorrer deste texto, refletimos sobre a educação infantil,as mudanças
as mudanças da visão sobre este nível de ensino na atualidade e o perfil do
aluno. Agora, professor, chegou a sua vez de colocar em prática suas reflexões
e desenvolver uma aula para este “novo aluno” que diariamente chega à nossa
sala de aula impregnado de tecnologias. Que tal utilizar como recurso o
aparelho de celular tão familiar a todos? Escolha uma função e desenvolva a
sua aula. Como complemento segue sugestões de links para donwload de
programas para edição de imagens, vídeos e áudio. Conheça um pouco de
cada e faça a escolha conforme a realidade de sua escola
http://sabercss.com/index.php?option=com_content&view=article&id=134&Itemid=159
– Link para baixar o programa – GIMP – edição de fotografias e apostilas
http://www.youtube.com/watch?v=vhjMEeRmTbI
– tutorial de utilização do GIMP – edição de fotografias
http://www.baixaki.com.br/download/audacity.htm
- Link para baixar AUDACITY – editor de som
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/0000013570.pdf
- tutorial para utilização do Audacity
http://www.slideshare.net/btrautwein/tutorial-movie-maker-bsico
- tutorial para utilização do Windows Movie Maker
Professor, estes
tutoriais são apenas algumas sugestões para você iniciar seu trabalho. Após
realizar sua escolha desenvolva as atividades com sua turma de educação
infantil e deixe aqui neste blog seu relato de experiência. Bom trabalho.




